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Publicado em: 9 de abril de 2026 | Atualizado em: 10 de abril de 2026
Quando o primeiro dentinho do bebê aparece, junto com a alegria vêm também várias dúvidas e uma das mais comuns é sobre qual pasta de dente infantil escolher para os pequenos: Precisa ter flúor? Pode ser aquela infantil de personagem? E a quantidade… é só “um pouquinho” mesmo?
De início, muita gente não sabe, mas a higiene bucal na infância começa cedo e influencia diretamente a saúde dos dentes permanentes lá na frente. Logo, a escolha da pasta dental, o teor de flúor e a quantidade usada fazem diferença real na prevenção de cáries que, inclusive, é uma das doenças mais comuns na infância.
Neste artigo, você entende tudo o que precisa saber sobre qual pasta de dente escolher, quais componentes você deve observar, qual é a quantidade recomendada e muito mais. Boa leitura!
Tire todas as suas dúvidas sobre os seguintes assuntos:

De início, a pasta de dente infantil possui uma formulação que é pensada para uma fase em que a criança ainda está aprendendo a escovar e, principalmente, a cuspir. Por isso, ela costuma ter um sabor mais suave, menos ardência e uma abrasividade menor, já que o esmalte dos dentes de leite é mais delicado. Da mesma forma, a espuma da pasta também tende a ser mais controlada, o que facilita a escovação.
Outro ponto que muitos pais devem observar é a composição da pasta dental. Afinal, a presença ou não de flúor é o principal fator que define a indicação da pasta dental para a criança, não apenas o sabor ou a textura.
Isso porque o flúor atua fortalecendo o esmalte, ajudando na recuperação de áreas que estão começando a perder minerais e reduzindo a ação das bactérias que causam a doença cárie.
O Flúor é um mineral natural, presente na água de abastecimento em muitas cidades, em alimentos e, principalmente, nos cremes dentais. Na boca, a sua ação acontece de forma contínua, toda vez que escovamos os nossos dentes.
De forma geral, o flúor fortalece o esmalte e atua diretamente no equilíbrio entre a perda e a reposição de minerais. Isso é necessário uma vez que, todos os dias, os dentes sofrem ataques ácidos das bactérias, principalmente após o consumo de açúcar, causando um processo chamado de desmineralização.
Nesse cenário, o flúor potencializa o fluxo de reparo e remineralização, formando uma estrutura mais resistente aos ácidos, chamada fluorapatita. Na prática, é como se o dente ficasse mais preparado e forte para enfrentar novos ataques.
Na infância, isso é ainda mais relevante, porque os dentes recém-nascidos possuem um esmalte ainda em fase de maturação. Logo, o uso regular do flúor reduz o risco de lesões de cáries e fortalece esses dentes novos.
Muitos pais têm receio da fluorose dental, que é o surgimento de manchas nos dentes permanentes devido ao excesso do flúor. Em resumo, ela pode sim acontecer, mas apenas em situações de ingestão excessiva e contínua de flúor durante a formação dos dentes, o que é muito raro.
A escolha entre a pasta dental com flúor ou sem flúor gera bastante confusão entre os pais e entender as diferenças entre as duas é o primeiro passo para uma decisão mais assertiva.
De início, pastas sem flúor ajudam na remoção mecânica da placa bacteriana (biofilme), mas não têm ação anticárie efetiva. Logo, elas funcionam mais como um gel de limpeza, sem a capacidade de fortalecer o esmalte ou remineralizar áreas iniciais de lesão.
Em paralelo, existem também pastas dentais com baixa concentração de flúor, geralmente entre 500 e 550 ppm, que são vendidas como “primeira pasta”. O problema é que essa quantidade também não oferece proteção adequada contra lesões cáries.
Por fim, para as famílias que preferem pastas dentais com fórmulas mais naturais, já existem versões com flúor nessa concentração, mas sem componentes mais abrasivos como SLS, sem triclosan e sem corantes artificiais.
Essa é uma dúvida que aparece muito aqui no consultório, principalmente quando o primeiro dentinho do bebê nasce e os pais, naturalmente, ficam sem saber por onde começar. Nessa fase, é importante reforçar que o flúor precisa estar presente desde cedo na rotina de higiene da criança e o que muda ao longo do tempo é apenas a quantidade da pasta dental.
A seguir, veja qual pasta de dente usar em cada idade da criança.
De início, assim que o primeiro dentinho nasce, a higiene já precisa começar. Nessa fase, o indicado é o uso de creme dental com 1000 ppm de flúor em quantidade mínima, equivalente a um grão de arroz cru. Além disso, a escovação deve acontecer duas vezes ao dia, sendo a noturna a mais estratégica.
Nessa fase, desde o primeiro dente, a limpeza pode ser feita com escova de dentes para bebês e meio grão de arroz cru de pasta de dente. No entanto, quando os dentes começam a encostar um no outro, o fio dental passa a fazer parte da rotina. Por fim, as pastas dentais infantis para essa idade costumam ter sabores bem suaves e baixa formação de espuma, justamente para facilitar a adaptação.
Nessa fase de 3 a 6 anos, a criança já participa mais ativamente da escovação, mesmo que ainda precise de uma supervisão direta. Na pasta dental, a concentração de flúor permanece entre 1000 e 1100 ppm, mas a quantidade aumenta para o tamanho de uma ervilha, se a criança já souber cuspir.
Para essa idade, é comum que as pastas tenham personagens, cores vibrantes e sabores como morango ou tutti-frutti para incentivar o hábito, com o objetivo de facilitar a adesão dos pequenos. Também é nessa fase que entram escovas com cabeça pequena e cabos anatômicos, facilitando o manuseio.
A partir dos 6 anos de idade, a maioria das crianças já consegue cuspir corretamente. Logo, elas podem começar a usar pastas de adulto com flúor, desde que em pequena quantidade, uma ervilha.
Vale observar que algumas pastas adultas são mais abrasivas ou têm sabor muito forte. Em casos assim, as versões naturais com flúor podem ser alternativas que facilitam a adaptação de crianças maiores.
Com tantas opções nas prateleiras, com personagens, cores, sabores, versões “naturais”, sem flúor ou com flúor, é normal ficar em dúvida na hora de escolher a melhor opção.
O primeiro ponto a observar na hora de escolher a pasta dental é a concentração de flúor, afinal, para que a pasta realmente ajude na prevenção de doença cárie, ela precisa ter entre 1000 e 1100 ppm. Por isso, esse é o critério que mais deve pesar na sua escolha, independentemente da marca ou do personagem estampado na embalagem, por exemplo.
Depois disso, entram fatores que facilitam a adaptação da criança à rotina de escovação. Logo, sabores mais suaves e levemente adocicados costumam ter melhor aceitação pela criança, principalmente nos primeiros anos. Sendo assim, pastas dentais muito mentoladas ou com ardência podem gerar rejeição nos pequenos e dificultar a criação do hábito.

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Por:
Ianara Pinho em Saúde
Sobre a Ianara Pinho
Ianara Pinho é graduada pela Universidade de Brasília (UnB) e é pós-graduada em Odontopediatra, Radiologia e Imaginologia odontológica e também tem Habilitação em analgesia Inalatória (Sedação com Óxido Nitroso).
Em 2010, fundou a clínica odontológica que leva o seu nome: Ianara Pinho Odontologia.
A clínica hoje conta com mais de 45 dentistas e 3 unidades, uma na Asa Sul, uma na Asa Norte e outra em Águas Claras, sendo o objetivo final, transformar vidas por meio do sorriso, ou seja, produzir histórias marcantes!
São mais de 35 mil sorrisos transformados ao longo de todos esses anos.

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