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Publicado em: 30 de dezembro de 2025
Você já ouviu falar do famoso “freio de burro”? Se não usou, provavelmente, já viu alguém que usou ou até lembra de personagens de filmes e desenhos com aquele aparelho grande, preso à cabeça ou ao pescoço.
O apelido pegou porque ele realmente chamava bastante atenção e acabava virando motivo de piada. Mas por trás do nome curioso, o freio de burro foi, durante muitos anos, um recurso sério e muito usado pelos dentistas para corrigir problemas de mordida e de crescimento ósseo.
Hoje em dia, quase não vemos mais esse tipo de aparelho, porque surgiram alternativas modernas, mais práticas e bem mais estéticas. Ainda assim, vale a pena conhecer a função que ele tinha, entender como funcionava e descobrir quais opções o substituíram no consultório atual.
Neste artigo, saiba mais sobre aparelho freio de burro, como ele funcionava, quais eram as suas funções e quais são as principais substituições hoje em dia. Boa leitura!
Entenda de forma simples os tópicos abaixo:

O nome técnico do aparelho “freio de burro” é aparelho extrabucal, também chamado de headgear. Ele ganhou esse apelido popular porque o visual lembrava muito um freio usado em animais de carga, já que tinha um arco metálico preso aos dentes e apoiado por elásticos que iam em volta da cabeça ou do pescoço.
Na prática, o aparelho funcionava assim: o arco de metal se encaixava em brackets ou tubos colocados nos dentes de trás e esse arco era conectado a elásticos ou tiras que passavam pela nuca ou pela parte de trás da cabeça. Dessa forma, a força exercida ajudava a controlar o crescimento ósseo e a movimentação da arcada superior.
A parte ruim é que, para dar resultado, era necessário usar o aparelho extrabucal por bastante tempo: geralmente, entre 12 e 14 horas por dia, incluindo durante a noite. Havia ainda dois tipos de tração e cada uma tinha sua indicação de acordo com a mordida e o crescimento do paciente, são elas:
O freio de burro tinha a função de corrigir problemas ortopédicos da face e da mordida, principalmente, em pacientes que ainda estavam em fase de crescimento. Logo, era um recurso muito usado em crianças e adolescentes, quando os ossos ainda estavam em desenvolvimento e era possível guiar esse processo.
Além disso, o aparelho ajudava a controlar o crescimento da maxila e da mandíbula, evitando que uma arcada ficasse muito à frente ou atrás da outra. Diante disso, o objetivo era alinhar melhor os ossos da face e preparar o caminho para um sorriso mais equilibrado no futuro.
Com o avanço da ortodontia, o freio de burro praticamente deixou de ser visto nos consultórios. Durante décadas, ele foi bastante utilizado, mas hoje seu uso caiu drasticamente, já que existem recursos muito mais discretos e confortáveis para corrigir os mesmos problemas.
Ainda assim, em alguns casos muito específicos, o freio de burro pode aparecer como opção de tratamento. Isso acontece, por exemplo, em situações de mordida cruzada ou mordida profunda grave, quando é necessário controlar com mais precisão o crescimento ósseo e outras alternativas não conseguem trazer o resultado esperado.
Nesses casos, o ortodontista avalia se realmente vale a pena indicar o aparelho e, geralmente, isso acontece em pacientes mais jovens, ainda em fase de crescimento. Mesmo nessas situações, ele já não é a primeira escolha.
Atualmente, quase sempre o freio de burro é substituído por aparelhos mais modernos, como expansores palatinos, aparelhos funcionais e até mesmo os alinhadores transparentes, dependendo da idade do paciente e do tipo de correção necessária. Nesse cenário, a grande diferença é que essas opções oferecem o mesmo controle de forma mais estética, prática e bem menos incômoda para quem usa.
Quer saber mais sobre os tipos de aparelho dentário? Confira o vídeo abaixo:
O freio de burro sem dúvidas marcou época, mas hoje já não faz parte da rotina da maioria dos consultórios. A ortodontia evoluiu (e muito), trazendo opções que conseguem corrigir a mordida e alinhar os dentes de forma mais prática, discreta e confortável.
Entre as alternativas modernas mais usadas para corrigir mordida e alinhamento
estão:
Os aparelhos fixos são os tradicionais bráquetes colados nos dentes, conectados por um fio ortodôntico. Eles ainda são muito utilizados porque funcionam bem em diferentes tipos de tratamento.
A grande diferença é que agora também existem versões mais discretas, como os aparelhos de porcelana ou safira, que se misturam com a cor dos dentes e chamam menos atenção.
Os alinhadores invisíveis são placas transparentes, removíveis e quase imperceptíveis que movimentam os dentes de forma gradual. Além de oferecer estética, eles dão liberdade para comer e escovar os dentes sem grandes complicações.
Para quem evita o “aparelho fixo” por causa da aparência, os alinhadores são uma solução bastante eficaz e atraente.
Leia também:
Quando devo mudar do aparelho convencional para o aparelho estético?
Por fim, os mini-implantes ortodônticos são pequenos parafusos de titânio colocados no osso da boca que funcionam como pontos de apoio para puxar ou segurar dentes durante o tratamento. Em resumo, isso permite movimentos que antes só eram possíveis com aparelhos externos como o freio de burro, sem precisar de elásticos passando pela cabeça ou pescoço.
Quer alinhar seu sorriso sem desconforto e com as opções mais modernas do mercado? Na Clínica Ianara Pinho avaliamos o seu caso, explicamos todas as alternativas e encontramos a solução ideal para você.

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Sobre a Ianara Pinho
Ianara Pinho é graduada pela Universidade de Brasília (UnB) e é pós-graduada em Odontopediatra, Radiologia e Imaginologia odontológica e também tem Habilitação em analgesia Inalatória (Sedação com Óxido Nitroso).
Em 2010, fundou a clínica odontológica que leva o seu nome: Ianara Pinho Odontologia.
A clínica hoje conta com mais de 45 dentistas e 3 unidades, uma na Asa Sul, uma na Asa Norte e outra em Águas Claras, sendo o objetivo final, transformar vidas por meio do sorriso, ou seja, produzir histórias marcantes!
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